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diumenge, 12 d’octubre del 2008

Octubre. Luz Casal

El viento hará crujir las ramas
la bruma vestirá su manta blanca
Tantas hojas caerán
la senda cubrirán
Octubre tendrá su revancha
El sol surgirá velado
y buscaremos el calor deseado
Tus pañuelos en collar
tarde vas a encontrar
Octubre en la fuente durmiendo
Volveremos a ver
en las mesas de ayer
algún vaso abandonado
y un cielo bajo apenado
Te daré una flor
y manteles de color
para ser de Octubre olvidados
En la cumbre, allá en la colina
veremos todo
lo que Octubre ilumina
Serán tuyas mis manos
abrigados los dos
frente al mundo que se inclina
Volveremos a ver
en las mesas de ayer
algún vaso abandonado
y un cielo bajo apenado
Te daré una flor
y manteles de color
para ser de Octubre olvidados
Sin duda se verá en las ventanas
marionetas de vapor dibujadas
y nosotros jugando
como niños brincando
Octubre quedará, quién sabe
y nosotros jugando
como niños brincando
Octubre quedará, quién sabe.
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divendres, 25 de juliol del 2008

Águas de Março (Tom Jobim)

Águas de Março

(cliqueu en el títol i veureu una meravella de la música i la poesia)

É pau, é pedra,
é o fim do caminho
É um resto de toco,
é um pouco sozinho

É um caco de vidro,
é a vida, é o sol
É a noite, é a morte,
é um laço, é o anzol

É peroba do campo,
é o nó da madeira
Caingá, candeia,
é o Matita Pereira

É madeira de vento,
tombo da ribanceira
É o mistério profundo,
é o queira ou não queira

É o vento ventando,
é o fim da ladeira
É a viga, é o vão,
festa da cumeeira

É a chuva chovendo,
é conversa ribeira
Das águas de março,
é o fim da canseira

É o pé, é o chão,
é a marcha estradeira
Passarinho na mão,
pedra de atiradeira

É uma ave no céu,
é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte,
é um pedaço de pão

É o fundo do poço,
é o fim do caminho
No rosto o desgosto,
é um pouco sozinho

É um estrepe, é um prego,
é uma conta, é um conto
É um pingo pingado,
é uma ponta, é um ponto

É um peixe, é um gesto,
é uma prata brilhando
É a luz da manhã,
é o tijolo chegando

É a lenha, é o dia,
é o fim da picada
É a garrafa de cana,
o estilhaço na estrada

É o projeto da casa,
é o corpo na cama
É o carro enguiçado,
é a lama, é a lama

É um passo, é uma ponte,
é um sapo, é uma rã
É um resto de mato,
na luz da manhã

São as águas de março
fechando o verão
É a promessa de vida
no teu coração

É uma cobra, é um pau,
é João, é José
É um espinho na mão,
é um corte no pé

São as águas de março
fechando o verão
É a promessa de vida
no teu coração

É pau, é pedra,
é o fim do caminho
É um resto de toco,
é um pouco sozinho

É um passo, é uma ponte,
é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte,
é uma febre terçã

São as águas de março
fechando o verão
É a promessa de vida
no teu coração

… pau, … edra,
… fim … inho
… esto … oco,
… pouco … inho

… caco … vidro,
… vida, … ol
... noite, … orte,
… aço, … zol

São as águas de março
fechando o verão
É a promessa de vida
no teu coração

Antonio Carlos -Tom- Jobim Llegir més...

diumenge, 8 de juny del 2008

El dia cinc va ser el Dia del Medi ambient

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dissabte, 9 de febrer del 2008

Si se callase el ruido - Ismael Serrano

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